sábado, 18 de janeiro de 2014

Ferramentas mal utilizadas

Quando falamos em estratégia nas empresas, existem diversas formas de implementá-las. Gurus e estudiosos, sempre estão criando novas técnicas e aperfeiçoando as já existentes.

Isso simplesmente nos mostra que diferente da matemática onde 2+2=4, a administração tem um viés dinâmico que tende a seguir o mercado, quando não ela própria cria o caminho. A Apple fez isto muito bem a cerca de quatro, cinco anos ter inventado o IPAD.

Dentro das novidades que os acadêmicos nos propõem das ferramentas de marketing, gestão, pesquisas e estratégias - o que mais surpreende é que a maioria delas, são baratas !! 
Você não precisa gastar rios de dinheiro para utiliza-lás. Principalmente quando o foco são as micro e pequenas empresas!

É claro que uma empresa do porte da GM por exemplo, caso queira implantar um sistema 5S vai despender grana, tempo, energia.

Mas o que quero mencionar é que na base, na geração destas ferramentas, o principal concentra-se em aprender e aplicar. Muitas delas, vemos na teoria nos bancos das escolas, faculdades e tudo mais. Só que não vemos estas ferramentas sendo bem administradas em larga escala em muitas empresas. As que as utilizam, e se você for colaborador de uma empresa assim, meus parabéns.

Mas inúmeras vezes, do ponto de vista da estratégia, por decorrência de vários fatores, entre eles a rotina do dia-a-dia, os gestores tem tantos problemas a resolver que estas ótimas ferramentas ficam em segundo plano.

E considerando que quando falo de empresas, tenho sempre um olhar para as pequenas: a "pastelaria do Zé", o "salão de beleza da Maria" e assim por diante. 

Em grandes empresas, existem departamentos específicos para cuidar destes assuntos, embora a lacuna também entre teoria e uso na prática possa vir a existir.

Algumas das ferramentas que entram neste pacote do "2A: Aprender + Aplicar":

  • SWOT
  • Balanced Score Card
  • Diagrama de Pareto
  • Diagrama de Ishikawa
  • 5W2H
  • PDCA
  • 5 Forças de Porter
  • Tripé estratégico*

* Este último é uma nova visão, aparentemente simplificada, de como direcionamos a estratégia da empresa. Algo que Porter já havia cantado na década de 80.

Vou neste espaço comentar sobre estas ferramentas, uma a uma. Mas por enquanto fico apenas com esta pergunta/crítica: 

Por que em terra brasilis, as empresas agem muito mais por impulso ou instinto do que por um caminho mais acadêmico?


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